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Este blog é dedicado às crianças e adultos que gostam de ler e sonhar.


Criar_Agora_o_Meu
Simplesmente ler.Ler muito.Ler “quase” tudo.Ler imagens, paisagens, viagens.Ler verdades e mentiras.Ler para obter informações, inquietações, dor e prazer.Ler o ilegível, o impensável, as entrelinhas. Ler simplesmente ler.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Chapeuzinho Vermelho



C H AP E U Z I N H O  V E R M E L H O

 Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor.

Um dia, sua mãe pediu:

- Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. 



Você poderia levar à casa dela?

- Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!

- Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos,não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobomuito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá. 
- Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho!
E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber.
Cantando e juntando flores, 
Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto...
 
 


Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau.
Levou um susto quando ouviu:
- Onde vai, linda menina?

 - Vou à casa da vovó, 
que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?
O lobo respondeu:

- Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.
- Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.
- Que nada
- respondeu o lobo - pode seguir tranquila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.
- Muito obrigada, seu anjo. 
Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.
E o lobo respondeu:
- Este será nosso segredo para sempre...
E saiu correndo na frente, rindo e pensando:


(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a 
vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa ... Uhmmm! Que delícia!)




Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:

- Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!
- Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.
A menina pensou que a avó estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. 
E falando com aquela voz tão estranha...
Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. 



Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.

- Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. 
Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.
- Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).
Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:
- Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?
- É prá te olhar melhor, minha netinha.
- Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?
- É prá te cheirar melhor, minha netinha.
- Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?
- São para te acariciar melhor, minha netinha.
(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar...)
- Mas, vovó, por que essa boca tão grande?
- Quer mesmo saber? É prá te comer!!!!



- Uai! Socorro! É o lobo!

A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.





Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora,  e seus gritos chamaram sua atenção.
Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.
Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:
- Acho que o lobo devorou minha avozinha.
- Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver...Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.


- Viva! Vovó!

E todos comemoraram a liberdade conquistada,
até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra."O lobo mau já morreu!" 


Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta."





quinta-feira, 11 de julho de 2013

Branca de Neve

 
BRANCA DE NEVE






Há muito tempo, num reino distante, viviam um rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve. 
Sua pele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e os cabelos pretos como o ébano.

Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente.
O que ninguém sabia é que a nova rainha era uma feiticeira
cruel, invejosa e muito vaidosa. 

Ela possuía um espelho mágico, para o qual perguntava todos os dias:
— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais bela
do que eu?
— És a mais bela de todas as mulheres, minha rainha!
— respondia ele.

Branca de Neve crescia e ficava cada vez mais bonita,
encantadora e meiga. Todos gostavam muito dela, exceto a rainha, pois tinha medo que Branca de Neve se tornasse mais bonita que ela.

Depois que o rei morreu, a rainha obrigava a princesa a
vestir-se com trapos e a trabalhar na limpeza e na arrumação de todo o castelo. 
Branca de Neve passava os dias lavando, passando e
esfregando, mas não reclamava. 
Era meiga, educada e amada por todos. 
Um dia, como de costume, a rainha perguntou ao espelho:
— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais bela
do que eu?
— Sim, minha rainha! Branca de Neve é agora a mais
bela!
A rainha ficou furiosa, pois queria ser a mais bela para
sempre. Imediatamente mandou chamar seu melhor caçador e ordenou que ele matasse a princesa e trouxesse seu coração numa caixa. 
No dia seguinte, ele convidou a menina para um passeio na
floresta, mas não a matou.
— Princesa, — disse ele — a rainha ordenou
que eu a mate, mas não posso fazer isso. Eu a vi crescer e sempre fui leal a seu pai.
— A rainha?! Mas, por quê? — perguntou a princesa.
— Infelizmente não sei, mas não vou obedecer a rainha
dessa vez. 
Fuja, princesa, e por favor não volte ao castelo, porque ela é capaz de matá-la!
Branca de Neve correu pela floresta muito assustada,
chorando, sem ter para onde ir. 
O caçador matou uma gazela, colocou seu coração numa caixa e
levou para a rainha, que ficou bastante satisfeita, pensando que a enteada estava morta.
Anoiteceu. Branca de Neve vagou pela floresta até encontrar
uma cabana. Era pequena e muito graciosa. Parecia habitada por crianças, pois tudo ali era pequeno.
A casa estava muito desarrumada e suja, mas Branca de Neve lavou a louça, as roupas e varreu a casa. No andar de cima da casinha encontrou sete caminhas, uma ao lado da outra. 
A moça estava tão cansada que juntou as caminhas, deitou-se e dormiu.
Os donos da cabana eram sete anõezinhos que, ao voltarem
para casa, se assustaram ao ver tudo arrumado e limpo. 
Os sete homenzinhos subiram a escada e ficaram muito
espantados ao encontrar uma linda jovem dormindo em suas camas.
Branca de Neve acordou e contou sua história para os anões, que logo se afeiçoaram a ela e a convidaram para morar com eles. 

O tempo passou... Um dia, a rainha resolveu consultar
novamente seu espelho e descobriu que a princesa continuava viva.
Ficou furiosa. Fez uma poção venenosa, que colocou dentro de uma maçã, e transformou-se numa velhinha maltrapilha.
— Uma mordida nesta maçã fará Branca de Neve dormir
para sempre — disse a bruxa.

No dia seguinte, os anões saíram para trabalhar e Branca de
Neve ficou sozinha.
Pouco depois, a velha maltrapilha chegou perto da janela da
cozinha. A princesa ofereceu-lhe um copo d’água e
conversou com ela.
— Muito obrigada! — falou a velhinha — coma uma maçã... eu faço questão!

No mesmo instante em que mordeu a maçã, a princesa caiu
desmaiada no chão.
 Os anões, alertados pelos animais da floresta,chegaram na cabana enquanto a rainha fugia. 
Na fuga, ela acabou caindo num abismo e morreu.

Os anõezinhos encontraram Branca de Neve caída, como se
estivesse dormindo. 
Então colocaram-na num lindo caixão de cristal, em uma clareira e ficaram vigiando noite e dia, esperando que um dia ela acordasse.

Um certo dia, chegou até a clareira um príncipe do reino
vizinho e logo que viu Branca de Neve se apaixonou por ela. 

Ele pediu aos anões que o deixassem levar o corpo da princesa para seu castelo,  e prometeu que velaria por ela.

Os anões concordaram e, quando foram erguer o caixão, 
este caiu, fazendo com que o pedaço de maçã que estava alojado na garganta de Branca de Neve saísse por sua boca,  desfazendo o feitiço e acordando a princesa.
 
Quando a moça viu o príncipe, se apaixonou por ele. 
Branca de Neve despediu-se dos sete anões e partiu 
junto com o príncipe para um castelo distante onde se
casaram e foram felizes p
ara sempre.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O Pequeno Planeta Perdido - Ziraldo



O astronauta caminhou por todo o planeta e deu a volta ao mundo em menos de oitenta passos(também não tinha nem rio, nem mar, nem morro).E se vendo tão sozinho o astronauta gritou: "Socorro!"

Clique aqui para ler o livro ► Ziraldo o pequeno planeta perdido




Fonte: http://filetram.com/4shared/ziraldo-o-pequeno-planeta-perdido-pdf-8814996898

domingo, 28 de novembro de 2010

Significado de alguns enfeites da Árvore de Natal

Clique nas imagens para ampliar e ler a história'
Boa Leitura!











A origem da Árvore de Natal


A “Árvore de Natal”, conhecida em algumas regiões da Europa como “Árvore de Cristo”, desempenha papel importante na data comemorativa do nascimento de Jesus e representa agradecimento por sua vinda.


Entre as versões sobre sua procedência, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante do século XVI. Ele montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. Queria, assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.


Os relatos de meados do século XVII, provenientes da Alsácia (França), são de que florescimentos de árvores no dia do nascimento Jesus, levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, única árvore que, nas imensidões da neve, permanece verde.


O costume de preparar este complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.


Na Roma antiga, os romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar a "Saturnália", uma festa que coincidia com o nosso Natal.

(Fonte: O Guia dos Curiosos, Marcelo Duarte, Ed. Cia. das Letras)


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